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Por Átila Santos
Existem muitos conceitos de tempo, mas o que mais sei é que ele está cada vez menor para mim.
Pensamos sempre que as modernidades vão nos dar mais tempo para ficar com nossas famílias, fazer o que gostamos e até jogar conversa fora, mas pelo contrário, estamos cada vez mais sem tempo para nada, e é por isso que venho me desculpar com vocês leitores.
Estamos a quase dois meses sem atualizações frequentes o que sabemos que para um blog é quase sempre mortal para a sua sobrevivencia, mas temos conciência do poder que nossos leitores, desbravadores e escoteiros possuem em reavivar como uma Fenix, uma pequena fagulha que está se apagando e torna-la numa grande e linda fogueira.
Como muitos sabem, estou a um ano ainda de finalizar minha jornada da faculdade, e está cada vez mais difícil, por esta razão, não estranhem se faltarem posts por aqui, mas pelo contrário, nos enviem novidades que possamos postar pela nossa seção de contados, links pelo twitter @mundodesbrava, o qual frequentemente estamos escrevendo algo ou perguntas pelo formspring, que com toda certeza faremos o possível para responde-las.
Espero que compreendam o meu drama com o tempo, mas prometo que estaremos mais ativos e com posts mais frequentes, não os deixando orfãos. Então…
Sempre Alerta para Servir!
Por Átila Santos
Não sei se está claro para todos, mas o departamento do Clube de Desbravadores faz parte do Ministério Jovem da Igreja Adventista do Sétimo Dia, o qual a exatos 150 anos, no dia 1º de outubro de 1860, em Nova York, EUA, esse nome surgiu e é tido como oficial para marcar a crença no segundo advento de Cristo e no descanso sábatico de Êxodo 20:8.
A igreja surgiu a partir do Movimento Milerita nos Estados Unidos durante a primeira metade do século XIX. A denominação foi formalmente criada em 1863. Embora o nome “Adventista do Sétimo Dia” tenha sido escolhido em 1860, a igreja não foi oficialmente organizada até 21 de maio de 1863, quando o movimento incluía cerca de 125 Igrejas e 3.500 membros.
Hoje, são mais de 16 milhões de membros batizados e outros 6 milhões de simpatizantes espalhados em 208 países do globo.
Entre seus fundadores está Ellen Gold White, cuja extensa obra é tida como inspirada por Deus, tendo escrito mais de 130 livros. O mais popular é Caminho a Cristo, que apresenta a essência do viver cristão. Publicado pela primeira vez em 1892 e desde então traduzido para mais de 135 línguas, dezenas de milhares de cópias estão em circulação. A publicação faz parte da história da igreja, já que a distribuição de literaturas foi o principal fator no crescimento do movimento do Advento.
A primeira Casa Publicadora denominacional em Battle Creek, Michigan (EUA), começou a operar em 1855 e foi devidamente incorporada em 1861 com o nome de Associação de Publicação Adventista do Sétimo Dia. Hoje, a igreja conta com 61 editoras espalhadas pelo mundo, em países como EUA (2), Brasil (1), Argentina (1), Portugal (1), Rússia (1), etc. Os conteúdos das editoras são publicados em 369 línguas e dialetos. A denominação leva sua mensagem a 891 línguas e dialetos.
Publicação lembra educação. E a IASD também dá ênfase nessa área, já que possui diversas escolas e centros educacionais em todo o mundo. No mundo, a igreja possui 5.763 escolas fundamentais, 1.678 colégios secundários, 111 universidades, 1.545.464 alunos e professores.
No Brasil, existem 475 escolas adventistas, 129 colégios com ensino médio e 14 internatos com 6 faculdades. O mais tradicional dos cursos da igreja é o de Teologia, para a formação de pastores.
A igreja também é conhecida por sua ênfase na alimentação e saúde, por sua compreensão indivisível de corpo, mente e alma, pela promoção dos princípios e estilo de vida conservadores. A IASD mantém 171 hospitais e 429 clínicas de vida natural que promovem um estilo de vida saudável.
O apóstolo Paulo, na primeira carta aos Coríntios relata que “o corpo é templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 6:19). Portanto, devemos cuidar bem dele, não ingerindo alimentos que possam fazer mal e atrapalhar o desenvolvimento intelectual, como bebidas alcoólicas, estimulantes e drogas. Para isso, tem como base 8 remédios naturais: água, ar puro, confiança, descanso, equilíbrio, exercícios, luz solar e nutrição.
Outro destaque da igreja adventista é a área social, conhecida através da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA). Presente em mais de 125 países, a ADRA tem como objetivo melhorar a qualidade de vida daqueles em necessidade, focalizando suas ações em 5 áreas: Segurança Alimentar, Desenvolvimento Econômico, Educação Básica, Saúde Primária, e Gestão de Emergências. Situações de emergências como terremotos, enchentes, incêndios e outros contam com os mais de 4.500 pessoas que fazem parte desse exército de missionários.
Um pouco de história
Era segunda-feira, 1º de outubro de 1860, quando o pastor José Bates estava dirigindo a comissão em Battle Creek, EUA, na escolha de um nome para a igreja que estava nascendo. Entre os nomes que mais agradaram, estava o de “Igreja de Deus”.
Contudo, David Hewitt, conhecido como o homem mais honesto da cidade, levantou-se e propôs: “que nós tenhamos o nome de Adventista do Sétimo Dia”.
E assim, após considerações e a votação, nascia a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Após 150 anos a igreja tem 64.000 igrejas e grupos, 16.615 pastores ordenados, 285.083 colaboradores em tempo integral, em 13 divisões (o Brasil pertence à Sul-Americana), 112 uniões, 572 associações e missões.
Sempre Alerta para Servir! Maranatha!
Por Ana Flávia Paresqui
Em princípio, eu via Deus como um observador, um juiz que não perdia de vista
as coisas erradas que eu fazia.
Ele estava sempre lá, como um presidente.
Eu reconhecia a imagem d'Ele quando a via, mas não o conhecia de verdade.
Mas, mais tarde, quando eu O conheci melhor, pareceu que a vida era como um passeio de bicicleta para duas pessoas e percebi que Deus estava no banco de trás, me ajudando a pedalar. Não me lembro quando Ele sugeriu-me que trocássemos de lugar, e a vida não foi a mesma deste então.....
A vida com o Seu poder superior tinha se tornado muito mais excitante!!!
Quando eu detinha o controle, sabia o caminho. Era um tanto entediante, mas previsível - sempre a distância mais curta entre dois pontos.
Mas quando Deus assumiu a liderança (Ele conhecia atalhos maravilhosos) passei a subir montanhas e atravessar terrenos pedregosos em velocidade vertiginosa!
Tudo que eu podia fazer era seguir em frente!
Embora tudo aquilo parecesse loucura Ele ficava dizendo:
"Pedale, pedale!!!" Eu ficava preocupado e ansioso, e perguntava:
"Para onde o Senhor está me levando?"
Deus apenas ria e não me dava uma resposta e eu me vi começando a confiar Nele.
Logo me esqueci da minha vida entediante e comecei a participar da aventura.
Quando dizia que estava assustado, Ele virava-se para trás e tocava minha mão.
Deus levou-me até pessoas com dons de que eu precisava; dons da aceitação e da alegria, dentre outros.
Essas pessoas deram-me ajuda a prosseguir na minha jornada. Isto é, nossa jornada, de Deus e minha.
E nós partimos novamente. Então Ele me disse: "Desfaça-se dos dons, são bagagem extra, pesam demais!
"Então eu os dei para as pessoas que encontramos e descobri que quanto mais eu os dava, mais eu recebia! E, além disso, o meu fardo ficava mais leve!
A princípio, eu não confiei muito em Deus quando Ele assumiu o controle da minha vida. Achei que Ele a destruiria. Mas o Senhor conhecia os "segredos" da bicicleta, sabia como incliná-la para fazer curvas fechadas, pular para evitar lugares cheios de pedras, aumentar a velocidade para encurtar os caminhos difíceis.
Também estou aprendendo a calar-me e pedalar nos lugares mais complicados e aprendi a apreciar a paisagem e a brisa fresca em meu rosto com o meu ótimo e constante companheiro, Deus.
E quando estou certo de que não posso mais seguir em frente, Ele apenas sorri e diz:” - Pedale..."
Faça sempre o seu melhor possível!
Ou então Apollo pode ter contado isto a Gaia, receoso que Oríon tivesse desígnios para com as suas irmãs Artemis.Em qualquer caso, foi Gaia que enviou o Escorpião para matar Oríon. Mais tarde, este animal perseguiria Oríon através dos céus, mas nunca o conseguiria apanhar, pois o Escorpião foi colocado de tal maneira que quando nascesse no horizonte a Este, Oríon já se teria posto a Oeste.
História da constelação:
Oríon é o Senhor dos Céus de Inverno. Ele comanda os céus desde o fim do Outono até ao começo da Primavera, com o seu cão de Caça Sirius a seus pés. Os contos míticos de Oríon datam desde os Hititas, que floresceram no segundo milénio AC até por volta de 1200 AC.
Uma história da sua cultura conta um episódio interessante sobre a morte de Oríon. Aqui é chamado Aqhat, e era um lindo e famoso caçador.
A deusa da guerra Anat apaixonou-se por Aqhat, mas quando se recusou a emprestar-lhe o seu arco, ordenou a outro homem que o roubasse. Este indivíduo fez asneira, e acabou por matar Aqhat e por deitar o seu arco para o mar. Diz-se que isto explica o facto astronómico que Oríon e o Arco (uma versão antiga da constelação) descem para baixo do horizonte durante dois meses cada Primavera. Como todos os mitos sofrem grandes alterações, o mesmo acontece com as histórias Gregas. Geralmente falando, Oríon era conhecido como o "habitante da montanha", e era conhecido pela sua mestria como caçador e também como amante. Mas quando se gabou que eventualmente livraria a Terra de todos os animais selvagens, o seu destino selou-se. Poderá ter sido a deusa da Terra que enviou o venenoso escorpião até Oríon. Ou possivelmente Apolo, pois Orion tinha segundas intenções com a sua irmã, Artemis. Ou Apolo pode até ter contado à deusa da Terra o que disse Oríon. No entanto, parece claro que foi a deusa da Terra que mandou o escorpião matar Oríon. Algumas histórias dizem que o escorpião matou Oríon com o seu ferrão. No entanto, a maioria delas diz que o caçador começou a lutar com o escorpião, que depressa se apercebeu que a armadura que o escorpião tinha era invencível contra ataques de mortais. Oríon então saltou para o mar e nadou até Delos. Mas Apolo, que tinha testemunhado a luta, não o deixou escapar tão facilmente. Provocou a sua irmã Artemis, que tinha uma excelente pontaria, se conseguiria acertar naquele pequeno objecto escuro ao longe - a sua cabeça - dizendo que era um terrível vilão. Artemis dispara a sua primeira flecha e acerta no alvo. Nada então para resgatar o corpo da vítima, quando repara que matou Oríon. Artemis implora então aos deuses que devolvam a vida a Oríon, mas Zeus recusa. Então ela põe a imagem de Oríon nos céus. Na sua caça eterna, Oríon é cuidadoso o suficiente para se afastar de Escorpião. Quando Escorpião nasce a Este, Oríon já desapareceu abaixo do horizonte.
História da constelação:
Quando era apenas uma criança, esticou uma tripa de vaca numa carapaça de tartaruga, criando assim a lira. Hermes deu a sua lira ao seu meio-irmão Apolo (era ambos filhos de Zeus). Como deus da música, Apolo ficou associado a este instrumento. Apolo deu a lira então ao seu filho Orfeu quando era apenas uma criança, e as Musas ensinaram-lhe a tocar nela. Até a própria Natureza parava para o ouvir, encantada com a sua música. Quando Euridice, mulher de Orfeu, morreu de uma picada de serpente e foi levada para o Sub-Mundo, Orfeu seguiu-a na esperança de a trazer de volta. Devido à sua música, convenceu Hades a libertar Euridice, desde Orfeu não olhasse para ela no seu regresso a casa - mas quando emergiu e viu a luz do Sol, Orfeu virou-se e olhou para a sua mulher, perdendo-a para sempre. Existem diversas versões acerca da morte de Orfeu. A versão mais conhecida é a que Dionísio invade a Trácia, o lar de Orfeu, e que as seguidoras de Dionísio (as Meneidas) desmembram-no membro a membro. A sua cabeça foi atirada para o rio Hebro, onde flutuou até Lesbos, cantando todo o caminho. A lira de Orfeu é também atirada para o rio, e também flutua até Lesbos, que ficava numa praia perto do templo de Apolo. Apolo convence então Zeus que o instrumento deveria ser tornar numa constelação. Zeus concorda, e coloca a lira de Orfeu entre Hércules e Cisne.